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Mostrando posts do mês de maio de 2008
28
mai
2008

Celular Descartável

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Celular Reciclável

Com as rápidas mudanças ocorrendo no mundo, novos produtos e novas formas de produzi-los estão sendo criadas. Uma tendência em potencial aumento é a fabricação de produtos descartáveis. Tudo atualmente parece ser descartável. E última novidade do mercado é o Celular Descartável!

Isso mesmo! Nunca mais fique desesperado ao perder seu aparelhinho ou o mesmo ser roubado. Aliás, quem terá vontade de roubar esse aparelho? A empresa Hop-on lançou no dia 23 deste mês o modelo Hop1800, um celular pré-pago custando apenas 10 dólares. A grande dúvida na hora da escolha será entre comer um BigMac ou comprar um celular?

O aparelho funciona em qualquer rede GSM, possui toques polifônicos e pesa apenas 77 gramas. Entretanto, há um probleminha: ele não tem display. Convenhamos, não se poderia esperar muito, são apenas US$10 (ten bucks como diriam os estados unidenses). Seria o mesmo que querer comprar uma bicicleta e esperar que ela venha com sistema de som e ar-condicionado.

Em seu site, a empresa o destaca como o celular “Anti-iPhone”, em oposição ao super moderno aparelho da Apple. Classifica também como “um aparelho espartano, ótimo para se ter como reserva e/ou viajar com ele, devido a sua ótima captação de sinal” (palavras da empresa). E ainda desafia a qualquer um conseguir fazer uma ligação mais rápido no iPhone que no Hop1800.

E quem está preocupado com a crescente montanha de lixo eletrônico, devido a troca desenfreada dos clientes por produtos mais modernos, pode relaxar. A empresa incentiva a devolução do aparelho para reciclagem, inclusive dá 5 dólares (em descontos para compras de outros produtos) a quem o fizer. Concluindo, você compra um celular por US$10, usa, devolve e recebe US$5 por isso. Calculando: 10-5=5. Cinco dólares, esse é o valor real pago no aparelho! Incrível, nem parece verdade.

Para saber mais do produto, clique aqui.

 
22
mai
2008

A busca do século

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Se relacionar em dias atuais se tornou quase uma obsessão, visto o número de sítios de relacionamentos e agência para se encontrar o par ideal. Para algumas pessoas, estar solteiro se equivale a estar doente ou desempregado, é preciso alterar a placa de qualquer forma. Mas por que toda essa agitação em torno desse assunto?

Com todos os avanços tecnológicos e correria do dia-a-dia, se comunicar se tornou cada vez menos presencial. Não se é mais necessário alguém estar presente para falar-lhe algo. E além, os meios estão ficando mais impessoais. Antigamente, mesmo não estando presente, se falava por telefone ou se escrevia cartas, ainda se tinha a sensação de um ser humano por trás da mensagem. Hoje não, é tudo resolvido por mensagens eletrônicas, onde as letras são iguais não importa quem as escreva.

Com essa reviravolta comunicológica, as pessoas se tornam invariavelmente carentes. A necessidade de se ter alguém por perto se faz ainda mais presente na vida do cidadão metropolitano, pois mesmo tendo pessoas que os prezam, essas geralmente estão distantes. O ser humano é extremamente dependente de companhia. E precisa da presença física desta!

Por isso, muitos indivíduos encontram-se em relacionamentos conturbados, junto a quem não são realmente seus parceiros desejáveis. Todavia, não os terminam por medo de ficarem sozinhos, como se isso fosse algo ruim. Também não direi ser algo bom. Há coisas boas e ruins em tudo. Mas como disse, sempre há coisas boas! Por este motivo deve-se viver os dois estados, solteiro e comprometido, aproveitando suas peculiaridades, pois o que se aproveita em um, dificilmente experimentará no outro.

O segredo é ser feliz não importa como esteja. Quando alguém é feliz, ela atrai pessoas para junto de si, pois é muito melhor se aproximar de alguém com um sorriso no rosto daquela com a cara emburrada. E deixe de reclamar por estar sozinho, viva a liberdade, senão, quando arranjar alguém reclamará da falta dela (quem vive reclamando, reclamará sempre, mesmo estando tudo ótimo em suas vidas).

 
20
mai
2008

O mal de ler

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Dê asas a sua imaginaçãoSabe um grande problema de se ler um livro? Não ter muito com quem comentar quando o termina. Ninguém está lendo o mesmo livro que ti no mesmo momento. Não é como um filme ou uma novela (sem comparar qualidades), os quais, se pode sair do cinema ou chegar o outro dia e falar sobre o que viu.

Mas quando se lê um livro, tudo é diferente. É uma experiência solitária, uma viagem dentro de si mesmo. Praticamente uma masturbação da mente. Portanto, ninguém vai te compreender muito bem quando tentar contar sobre esses fatos ocorridos. Nem mesmo aqueles que passaram pela mesma sensação. Sim, pois como eu disse, não estão lendo ao mesmo tempo de ti, e ao se passar uma semana, já não estão tão interessados em falar sobre aquele livro. Inclusive, estão até imersos em outra história.

Não quero desanimar nenhum leitor, pelo contrário, sempre incentivo pessoas a ler. Porém, se tu fores daquelas que necessitam comentar todos os acontecidos a sua pessoa, ler não é uma boa. Vai ser difícil alguém assim se interessar por livros, todavia, se este milagre ocorrer, livraremos o mundo de uma pessoa fútil (viva!).

Ler tem diversas vantagens. Melhora o vocabulário, memoriza a forma correta de escrita das palavras, atiça a imaginação, aumenta a concentração (pois conseguir ler em pé, no ônibus, com um monte de gente falando e as trepidações e freadas abruptas é trabalho pra um alto grau de monges tibetanos), entre outros mais.

Bom, eu escrevi tudo isso para falar que estou louco para comentar sobre o livro que acabei de ler, mas não há com quem fazer isso (lembra, é um livro). Tá, é Harry Potter, mas cara, o Dumbledore morreu! É, os livros realmente nos levam a viagens fantásticas. Vou aproveitar pra começar outro.

 
19
mai
2008

Cada um no seu quadrado

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Pois é exatamente esse o espaço que se terá em breve em São Paulo, um quadrado. Dado o crescimento populacional exorbitante e a verticalização desenfreada, pois a cada dia prédios vão brotando do chão como feijões no algodão (qual criança nunca fez isso?).

Não estou ‘por dentro’ de como as pessoas ‘de fora’ vêem esta cidade, qual atração é essa existente na mente desses malucos que resolvem viver aqui. São Paulo sempre foi o centro comercial do Brasil, mas a vivência neste lugar deve ser repensada.

Muitos aparecem em busca de emprego (já não tão fácil há décadas) e de uma vida melhor. Todavia, viver apertado, amedrontado, num lugar poluído onde se demora horas para se deslocar a qualquer lugar, para MIM, não é exatamente o significado de uma vida melhor. Além disso, é uma cidade cara, onde se gasta (e muito) para tudo, ou seja, um salário melhor muitas vezes acaba, literalmente, não sendo o suficiente.

E assim como a letra da música citada no título, aqui é preciso rebolar no seu quadrado! Traduzindo: é preciso fazer de tudo um pouco espaço, físico e temporal. O tempo todo se está num quadrado, seja no seu apartamento apertado (quase uma redundância), sua baia minúscula, seu carro preso no congestionamento ou até mesmo na rua, no meio da multidão, onde é árduo até andar.

Citando novamente o hit do momento, quem está no quadrado ao lado parece seu inimigo. Diversas são as brigas com os vizinhos, até mesmo os do carro ao lado ou no mesmo banco do ônibus. Conviver aqui não é fácil. Mas São Paulo é isso aí, uma máquina que não para e não deixa ninguém parar. Difícil é pular da locomotiva em movimento. Contudo, termino aqui, escrevendo do quadrado do meu quarto, e você aí, lendo do quadrado do seu monitor.

 
18
mai
2008

QWERTY

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Acabei de descobrir porque as letras do teclado são dispostas da forma como conhecemos. A história é a seguinte:

Em 1870, o principal fabricante de máquinas de escrever recebia muitas reclamações dos usuários que os tipos da máquina ficavam colados uns nos outros se o datilógrafo batesse depressa demais.

Para quem nunca pegou numa máquina de escrever, elas trabalham com braços metálicos com o molde da letra na ponta, chamados tipos, e ao apertar a letra correspondente no teclado, esse braço bate na fita com a tinta e marca a letra no papel.

Um problema existente é, se apertar duas letras próximas ao mesmo tempo ou num intervalo muito curto, os tipos prendem uns nos outros necessitando separá-los manualmente.

Só que, ao invés de resolverem esse problema melhorando tecnologicamente as máquinas, pensaram em com reduzir a velocidade dos datilógrafos. Então colocaram as letras mais usadas nas extremidades para o uso com dedos mais fracos, mindinho e anular, diminuindo a rapidez com que são digitados.

Assim foi criado o padrão QWERTY, utilizado até hoje. E eu estou xingando esse @#$%& até agora. Eu poderia digitar muito mais rápido se o teclado fosse diferente!

 
17
mai
2008

RÁDIO 2.0

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A nova forma de ouvir rádio

Com a venda desenfreada de computadores e a popularização da banda larga, muitos serviços de Internet estão se popularizando. Dentre eles, as rádios on-line, sistemas de transmissão de músicas ou notícias por broadcast. Elas vieram para suprir um mercado sedento por música e cansado da mesmice das rádios comuns.

Nas rádios on-line o ouvinte escolhe o que quer ouvir, ao contrário da passividade das tradicionais. Além de várias informações sobre a música, em muitas delas tem-se total controle da programação. Simples: não gostou, muda pra outra música.

Grande exemplo é a Yahoo!Music, onde escolhe-se qual estilo ou até qual intérprete deseja ouvir. O site possui um enorme repertório a disposição, com um diferencial de poder dar notas a músicas, álbuns ou cantores enquanto ouve. Isso define com qual freqüência estas serão reproduzidas.

Algumas apenas transmitem seus programas via web, como a Woxy.com, uma rádio de música alternativa de Ohio, antiga 97X, antes tradicional e agora on-line.

Outra totalmente diferente é a Musicovery. Tudo funciona a base de cores. Podem-se escolher quais os estilos ou se a música é mais dançante, positiva ou energética, por exemplo. O formato da sua lista de reprodução é em balões interligados, cada um colorido de acordo ao estilo pertencente.

Rádio on-line é uma opção ótima (e legal) para se ouvir a música desejada no momento que quiser. Quando aparelhos portáteis equipados com wi-fi e suporte a streaming invadirem o mercado, será o fim da forma de ouvir rádios como hoje conhecemos.

Atualização
Infelizmente a rádio Woxy.com saiu do ar e o mundo está mais triste por isso, difícil encontrar o que tocava lá por aí. 

 

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