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Mostrando posts do mês de dezembro de 2008
1
dez
2008

The Raconteurs

Só quero falar da minha banda do coração, The Raconteurs.

Essa é aquele tipo de banda que você ouve o cd inteiro várias vezes, sem enjoar e ainda fica querendo ouvir mais. E toda vez que ouve a música, dá vontade de ouvir todas.

Pra quem não sabe, este é o projeto paralelo do Jack White (White Stripes) com Brendan Benson — que dão voz a banda —, junto a dois integrantes da Greenhornes, Jack Lawrence (baixo) e Patrick Keeler (bateria).

Vejam um clipe abaixo e, se puder, consigam todas as músicas!

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30
nov
2008

Portifólio: Chistophe Gilbert

 

Achei há uns dias o site do fotógrafo Chistophe Gilbert. Suas fotos são muito interessantes e realmente incomodam.

Com idéias geniais e ótima qualidade nas fotomontagens, recomendo uma passada.

 

Como dizem que mãe é uma leoa...

Como dizem que mãe é uma leoa...

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28
nov
2008

Terminator Salvation

Na verdade, não vou falar nada sobre o filme.

A minha intenção é apenas falar do motion poster que colocaram no blog do filme, que apresenta uma idéia bem bacana que transporta Los Angeles dos dias atuais para 2018, ano em que o filme está situado.

Tomara que o diretor do filme seja tão bom quando o designer que fez esse poster. Mas isso só vamos saber dia 22 de maio.

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24
out
2008

Tarantino's Mind

Encontrei um curta hoje, que achei muito bom, mas talvez não seja para muitos. A premissa é gostar de Quentin Tarantino. Passando dessa fase, estará predisposto a gostar do curta.

O filme, escrito e dirigido pelo coletivo 300 ML e produzido pela Republika Filmes, se passa num pacato bar, – supostamente frequentado por escritores, filósofos, jogadores de pôquer – onde dois amigos cinpefilos (Selton Mello e Seu Jorge), iniciam um papo sobre um tal “Código Tarantino“.

Um deles traça uma teoria da interligação entre todos os filmes de Tarantino. Somente vendo para entender, mas faz pensar.

Clique aqui para assistir ao curta.

Detalhe 1: Na época, ainda não existia Death Proof.

Detalhe 2: Veja todos os filmes de Tarantino.

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19
out
2008

Simplificando os 10 mandamentos

Não é à toa que a Igreja está se tornando uma instituição cada vez mais falida. Eles insistem em nos enfiar guela abaixo histórias que só eram aceitas pelos povos ignorantes de muito tempo atrás.

O mundo evolui e as religiões estão agonizando com as poucas pessoas desesperadas em que conseguem fazer sua lavagem cerebral. Finalmente estamos nos desvinculando do autoritarismo das entidades donas da verdade, estamos na era do conhecimento, onde cada vez temos mais informações sobre tudo e em que não é mais tão simples fazer alguém acreditar em contos mirabolantes sem o menor embasamento científico disso.

Abaixo, um vídeo muito divertido do George Callin, um humorista americano, explicando o porquê dos mandamentos serem 10 e tentando validar a necessidade de todos eles.

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11
out
2008

São Paulo: uma cidade sem história

Estava assistindo, no alto da minha insônia, um documentário com um escritor falando sobre a cidade de São Paulo. Busquei informações no site da emissora, mas lá nem consta que foi vinculado, então ficarei devendo o nome do documentário e até o nome do escritor, que inclusive eu lembro ser professor da PUC e morar na mesma rua dessa, mas não seu nome.

Continuando, tudo isso foi só para introduzir o assunto, que o escritor tocou, sobre São Paulo ser uma cidade sem história. Isso me fez refletir muito. Mentalizando todo meu ódio por esta cidade, esse seria mais um argumento para eu entendê-lo. Uma cidade sem história! Totalmente verdade!

Explicarei qual o significado dessa expressão. Como sabemos, São Paulo é uma cidade bem antiga, comparando à idade do país. Mas, apesar disso, em nada se parece com grandes cidades antigas, pois aqui não se preocupam em manter a história da cidade viva. Quando essa é preservada, fica escondida em museus.

São Paulo é uma cidade mutante, que não liga de derrubar o que tiver pela frente e subir novos arranhacéus. Não liga em ter uma cara, um estilo, é totalmente desestilizada, seu cinza escondendo toda sua grandiosidade. Aqui reina o capitalismo selvagem, que ignora qualquer resquício de tradição e implanta brutalmente suas novas tecnologias, focalizadas apenas nos ganhos de seus idealizadores.

Pois é, por isso também eu odeio essa cidade. Uma cidade sem rosto, sem alma, sem coração.

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20
mai
2008

O mal de ler

Dê asas a sua imaginaçãoSabe um grande problema de se ler um livro? Não ter muito com quem comentar quando o termina. Ninguém está lendo o mesmo livro que ti no mesmo momento. Não é como um filme ou uma novela (sem comparar qualidades), os quais, se pode sair do cinema ou chegar o outro dia e falar sobre o que viu.

Mas quando se lê um livro, tudo é diferente. É uma experiência solitária, uma viagem dentro de si mesmo. Praticamente uma masturbação da mente. Portanto, ninguém vai te compreender muito bem quando tentar contar sobre esses fatos ocorridos. Nem mesmo aqueles que passaram pela mesma sensação. Sim, pois como eu disse, não estão lendo ao mesmo tempo de ti, e ao se passar uma semana, já não estão tão interessados em falar sobre aquele livro. Inclusive, estão até imersos em outra história.

Não quero desanimar nenhum leitor, pelo contrário, sempre incentivo pessoas a ler. Porém, se tu fores daquelas que necessitam comentar todos os acontecidos a sua pessoa, ler não é uma boa. Vai ser difícil alguém assim se interessar por livros, todavia, se este milagre ocorrer, livraremos o mundo de uma pessoa fútil (viva!).

Ler tem diversas vantagens. Melhora o vocabulário, memoriza a forma correta de escrita das palavras, atiça a imaginação, aumenta a concentração (pois conseguir ler em pé, no ônibus, com um monte de gente falando e as trepidações e freadas abruptas é trabalho pra um alto grau de monges tibetanos), entre outros mais.

Bom, eu escrevi tudo isso para falar que estou louco para comentar sobre o livro que acabei de ler, mas não há com quem fazer isso (lembra, é um livro). Tá, é Harry Potter, mas cara, o Dumbledore morreu! É, os livros realmente nos levam a viagens fantásticas. Vou aproveitar pra começar outro.

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